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Justificativas.

Sei que tenho alguns pouquíssimos leitores regularmente bissextos, por isso quero me explicar.

Como quero levar esse negócio de ativismo a sério (ou seria à sério, preciso confirmar na reforma ortográfica), decidi transformar o TodaVida.net num pequeno portal, e como joomla demanda tempo para aprender a configurar, só no recesso de fim de ano que isso será feito.

Por isso somente natalinamente, infelizmente, novamente no ar estará o TodaVida.net.

Obrigado e até mais.

Veganismo e o Coltan.

A concepção mais atual do veganismo não é a total e completo não-uso de produtos que se originem ou sejam de exploração ou sofrimento animal, mas sim evitar sempre que for possível. Pois nem sempre é fácil reconhecer um ingrediente como sendo de origem animal, já que mascara-se por detrás de siglas. Ou o que é pior: o produto é vital e por isso nao existe escolha. Como pedir de um cardiopata não faça uso de um remédio que o mantem vivo?

Por isso que sempre o bem intencionado pode sempre falhar em algo em seu dia-a-dia. Já que os consumidores podem usufruir da exploraçào ou sofrimento alheio sem saber.

E isso nos leva até o coltan, que vem a ser a alcunha africana para um minério donde se extrai niôbio e tântalo. E o elemento químico tântalo é usado na fabricação de capacitores que precisam ser pequenos e confiáveis, normalmente usados em aparelhos auditivos, marca-passos, airbags, GPS, sistemas de ignição e de travamento para automóveis, além de laptops, celulares, consoles de vídeo game, câmaras de vídeo e máquinas de fotos digitais.

O problema que o coltan ajudou a financiar a guerra civil no Congo no final dos anos 90 e início de 2000. Na qual teve participação de Ruanda, Burundi e Uganda. Além dos traficantes, comerciantes internacionais e multinacionais. Investigações levaram a identificação de dezenas de agentes do mundo civilizado no meio do contrabando e quebra de normas internacionais, que financiavam a carnificina de miseráveis por miseráveis.

Marca-passo… GPS… celular… É, causam mais sofrimento do que o imaginado…

Congo’s coltan rush

Coltan, Gorillas and cellphones

In Focus: Congo’s Bloody Coltan

Continuando…

O corpo humano não é capaz de digerir a celulose ou as fibras dos vegetais.

Que bom! Mantendo-se intactas, elas podem cumprir o seu papel, que é o de dar volume às fezes e varrer o colesterol para fora do intestino, entre outros. No entanto, algumas não se mantêm intactas, pois são fermentadas nos intestinos por bactérias. Isso gera formação de substâncias muito importantes para a prevenção de algumas doenças. Se elas fossem digeridas como acontece com alguns animais herbívoros que têm a capacidade de digerir a celulose, perderíamos essas possibilidades. O corpo humano foi desenhado para consumir muitas fibras, que somente os vegetais podem nos fornecer. Ele também foi desenhado para não digerí-las o que tem efeito benéfico.

Os vegetais não fornecem colágeno.

É verdade, não possuem. Mas isso não tem qualquer relevância para a saúde humana. Assim como os animais herbívoros, os animais humanos fabricam o seu próprio colágeno a partir das prote[inas vegetais que consomem.

O leite de vaca é a melhor fonte de cálcio disponível.

Apesar de não ter sido criado para a alimentação humana, é fato que a secreção mamária dos animais mamíferos é uma excelente fonte de cálcio. E daí? Boas fontes vegetais também existem e até superam os laticínios em termos de biodisponibilidade (capacidade de ser absorvido). Os vegetais ricos em cálcio são os mesmos vegetais ricos em ferro, citados anteriormente.

A vitamina B12 não está presente na dieta vegana e isso é prova de que a dieta vegana não é natural à espécie humana.

É verdade a afirmação de que a dieta vegana é deficiente em vitamina B12, mas isto está longe de depor contra a naturalidade do veganismo à espécie humana. A vitamina B12 é produzida por bactérias, que já foram mais presentes na contaminação de nossos aliments, o que mudou em tempos recentes com mudanças em nossos hábitos de higiene. Portanto, não é a dieta vegana que não é natural à espécie humana, mas sim a espécie humana que não é mais natural ao seu ambiente. A solução por esse problema causado por hábitos modernos é uma solução igualmente moderna: a suplementação.

O fato é que as dietas vegetarianas ou veganas são possíveis e adequadas. Toda tentativa são possíveis e adequadas. Toda tentativa em provar que elas não o são começa pela desinformação, passa por uma postura defensiva e termina na manipulação das informações.

Enquanto ainda temos que conviver com a desinformação por parte dos que contestam a dieta vegetariana, é importante mantermo-nos seguros e aptos para contestar e informar os que se mostram dispostos a isso. Quando se trata de defender o que está certo, a informação é a principal arma.”

Morreu na pura babaquice.

Jovem morre durante festival de San Fermín

da France Presse, em Pamplona

Um jovem caiu de um muro e morreu neste domingo, durante o primeiro dia da corrida de touros de San Fermín, em Pamplona, norte da Espanha. O acidente ocorreu no centro da cidade e a vítima não portava qualquer documento de identidade. Havia apenas um cartão de banco expedido na Irlanda, segundo a polícia.

O jovem já estava morto havia algumas horas quando seu corpo foi encontrado, revelou a Rádio Nacional de Espanha (RNE).

Neste domingo, 89 pessoas sofreram ferimentos durante o festival, a maioria pequenos cortes e contusões, mas cinco feridos foram hospitalizados, segundo a Cruz Vermelha.

Existe uma Revista dos Vegetarianos, e lá há uma coluna permanente do Dr. George Guimarães (nutricionista especializado em dietas vegetarianas e diretor de nutriVeg) e que na edição de Junho tratou sobre questões irrelevantes sobre o que a alimentação vegana.

Eis então o inteiro teor da coluna, portanto apenas tenho crédito por digitar, qualquer louvor deve ser repassado para os links acima.

“Dietas Vegetarianas e Perguntas sem Relevância

Apesar de o foco da investigação científica acerca das dietas vegetarianas já ter mudado de carências nutricionais para a prevenção de doenças há mais de 20 anos, o tema mais freqüente de debate com o público e até mesmo com os profissionais de saúde ainda é a adequação nutricional da dieta vegetariana.

Temos as respostas para quase todas as questões nutricionais que já foram levantadas. Mas a maioria dos ‘desafios’ intelectuais que são propostos no dia-a-dia de um vegetariano não passa de um ledo engano. A melhor resposta provavelmente seria simplesmente dizer ’sua afirmação está correta, e daí?’ Isso porque, na maioria dos casos, esses questionaments trazem afirmações verdadeiras sovre os alimentos, mas são seguidos por uma conclusão equivocada e sem relevância. Nos casos que apresentarei a seguir, a relevância inexiste.

A carne contém mais ferro do que os vegetais.

É fato. E daí? Não precisamos da melhor fonte, precisamos apenas daquela que nos seja suficiente. É verdade que, em sua maioris, os vegetais contêm menos ferro do que a carne, mas ainda assim eles suprem a nossa necessidade pelo mineral. Se os defensores de uma dieta onívera fossem levar à risca esse pensamento de que apenas o melhor serve, eles defenderiam o consumo do fígado de animais exclusivamente, haja vista que este contém mais ferro do que as outras carnes.

Mas o ferro heme (encontrado nas carnes) é mais bem absorvido do que o ferro não-heme (que compõe a totalidade do ferro encontrado nos vegetais).

Sim, ele é mais bem absorvido. Uma pessoa com anemia se recuperará mais rapidamente com ferro oriundo da carne do que com ferro oriundo dos vegetais, mas isso não significa que a vegetariana não se recuperará. O que muda é a velocidade da recuperação, que no casso do ferro encontrado no s vegetais (não-heme) pode ser aumentada associando outros fatores à ingestão dos alimentos ricos em ferro, como a ingestão de alimentos ricos em vitamina C, por exemplo. No que diz respeito à manutenção do status de ferro, o ferro não-heme é suficiente para esse propósito, bastanto escolher as boas fontes do mineral (leguminosas, oleaginosas, frutas secas, vegetais verde-escuros, melado-de-cana) e excluir da dieta os alimentos que atrapalham a sua absorção, como é o caso dos laticínios, que al[em de atrapalharem ainda se apresentam como péssimas fontes do nutriente em questão.

Os vegetais não contêm todos os aminoácidos essencias.

É raro encontrar um vegetal que contenha todos os aminoácidos essenciais, mais isso não tem importância para a nutrição vegetariano. AInda que um único vegetal não contenha todos os aminoácidos essenciais, a combinação de uma variedade de vegetais garante o fornecimento de todos eles. Se fôssemos seguir esse raciocínio, chegaríamos à conclusão de que a melhor carne para ser consumida é a carne humana, já que essa é a que mais se aproxima das nossas necessidades, pois tem tudo o que o organismo humano precisa. Mais uma vez, não precisamos do melhor, mais apenas do necessário. Apenar de não apresentarem o mais completo perfil de aminoácidos quando comparados à carne, os vegetais fornecem, de maneira distribuída e equilibrada, todos os aminoácidos que o organismo humano necessita.”

Girafa da ALF.

Polícia suspeita de girafa em debandada de circo na Holanda

da Reuters, em Amsterdã

Quinze camelos e duas zebras, além de diversas lhamas e porcos, fugiram de um circo que faz temporada em Amsterdã na manhã desta segunda-feira.

“Suspeitamos que uma girafa abriu com um coice a tranca do local em que os animais estavam”, afirmou a polícia holandesa em um comunicado.

Segundo as autoridades, os bichos não foram muito longe. Pouco depois da debandada, eles foram capturados ainda nos arredores do circo e reconduzidos ao cativeiro.

Como é legal, nos tempos atuais de redes sociais, colocar imagens significativas, montei uma coletânea sobre selos veganos para serem usados livrementes (desde que os usem na forma original).

P.S.1 Clica que abre direito.

P.S.2 Tá, eu sei que foi um post preguiçoso.

P.S.3 Precisamos agitar alguma coisa no próximo 1/11, se a data realmente existir internacionalmente.

Bio-terrorismo veloz.

Gato Negro.

O grupo Gato Negro é uma coletividade originária da capital paulista com a missão de combater a escravidão animal, divulgar o veganismo e apoiar a ecologia social. E utilizam para isso a internet. Seus textos originais são interessantes, mesmo eu tendo cá algumas objeções. Lá também se encontram traduções do autor abolicionista Gary Francione (cá também com algumas objeções)

De qualquer forma, importante fonte de conhecimento em prol do Abolicionismo Animal. Tendo ou nao algumas objeções.

A Poluição Interna.

O jornalista David Ewing Duncan, da National Geografic Estadunidense, escreveu um artigo denominado The Pollution Within para a edição de Outubro de 2006. E lá ele conta como foi procurar em si mesmo os sinais de poluição ambiental.

Uma palinha introdutória:

In fact I’m a writer engaged in a journey of chemical self-discovery. Last fall I had myself tested for 320 chemicals I might have picked up from food, drink, the air I breathe, and the products that touch my skin—my own secret stash of compounds acquired by merely living. It includes older chemicals that I might have been exposed to decades ago, such as DDT and PCBs; pollutants like lead, mercury, and dioxins; newer pesticides and plastic ingredients; and the near-miraculous compounds that lurk just beneath the surface of modern life, making shampoos fragrant, pans nonstick, and fabrics water-resistant and fire-safe.

Como diz a Pity do Koma: bizarro, bizarro, bizarro…

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